sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Mais de R$ 56 mi pagos de royalties a Campos


A Secretaria do Tesouro Nacional (STN) repassou ontem para as prefeituras dos municípios produtores e limítrofes da Bacia de Campos os royalties referentes à produção de petróleo e gás durante o mês de dezembro de 2012. Coube ao município de Campos a maior indenização no valor de R$ 56.801.215,38, seguido por Macaé, que recebeu a importância de R$ 42.172.465,72.
O município de Cabo Frio, na Região dos Lagos, recebeu repasse da ordem de R$ 16.705.280,27 e para Rio das Ostras a STN repassou R$ 16.694.703,92. Para a Prefeitura de São João da Barra foi repassado o valor de R$ 9.058.637,18 e para Quissamã o repasse foi de R$ 7.855.616,02.
Para o vizinho município de Macaé, Carapebus, coube o valor de R$ 3.213.565,64, enquanto nos cofres públicos do município de Casimiro de Abreu foi repassado o montante de R$ 6.829.753,52. Para a Prefeitura de Armação de Búzios o repasse foi de R$ 5.661.807,42.
Oscilação dos valores pagos
De acordo com o economista Alcimar Chagas, da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), os valores dos royalties oscilam conforme o volume da produção e a oscilação do preço do barril de petróleo Brent, no mercado internacional e também conforme a variação da cotação do dólar, que são componentes do valor da indenização paga aos municípios produtores e limítrofes. “No caso de uma plataforma de campo já maduro, que entra em manutenção, ou é paralisada por questão de segurança, por exemplo, a produção no mês de referência vai cair e isso certamente que influencia no valor dos royalties a ser gerado para cada município”, explicou Alcimar.
O economista explicou que o município de Campos recebe os maiores reflexos dessas variações registradas. “Tais ocorrências afetam principalmente o município de Campos, que é um dos que mais tem variação nos valores dos repasses, tendo em vista o fato de possuir nas suas linhas ortogonais o maior conjunto de plataformas em produção na Bacia de Campos”, detalhou Alcimar Chagas.
Fonte: ODIÁRIO

Macaé tem oportunidade para técnicos onshore em elétrica ou eletrônica


A High Profile Consultoria em Recursos Humanos seleciona técnico onshore para uma das maiores empresas do segmento de óleo e gás do país, para atuar em sua unidade de Macaé, no Rio de Janeiro.
Os candidatos deverão ter formação técnica em eletrônica ou elétrica, experiência na manutenção de sistemas de controle e inglês intermediário (será testado). Ter experiência em equipamentos Drilling é um diferencial.
A pessoa que for contratada será responsável por operações de teste, instalações e manutenções de equipamentos; quando necessário, fará inspeções periódicas nos equipamentos de segurança offshore.
O horário de trabalho é de 07h30 às 17h, em Macaé, Rio de Janeiro. A empresa oferece remuneração/adicional e benefícios compatíveis com as empresas de grande porte.

Os candidatos interessados deverão enviar currículo para o endereço ghprofilerh@highprofilerh.com.br, com pretensão salarial.
Fonte:NN - A Mídia do Petróleo

Chemtech e OTZ detalham módulos para FPSOs do pré-sal



A Chemtech e a OTZ Engenharia terão até setembro deste ano para fazer o projeto de detalhamento de três módulos para cada um dos seis FPSOs replicantes que a Petrobrás pretende usar no pré-sal. As duas empresas foram contratadas pelo consórcio DM Construtora/TKK Engenharia e farão o detalhamento de dois módulos de geração de energia (M15 e M16) e um módulo de tratamento de gás (M05).
Os trabalhos já começaram e marcam também a entrada da OTZ Engenharia no mercado offshore. O módulo de tratamento de gás, que vai abastecer o FPSO, também terá uma unidade de desidratação de gás.
"Os trabalhos já tiveram início e a previsão de entrega é em setembro de 2013, com as empresas atuando do início ao fim do empreendimento. Com esse projeto, a Chemtech se consolida como a empresa de engenharia com a maior participação no esforço total de detalhamento dos topsides dos FPSOs replicantes do pré-sal. Marca também a entrada da OTZ Engenharia no mercado offshore no ano em que completa dez anos", diz Chemtech, em nota enviada. 
Depois de construídos, cada FPSO terá capacidade de processamento de até 150 mil barris de petróleo por dia e compressão de 6 milhões de metros cúbicos de gás.
Fonte: NN - A Mídia do Petróleo

FGTS investirá até R$ 2,5 bi na Sete Brasil, de petróleo


O Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS) investirá até 2,5 bilhões de reais na Sete Brasil Participações S.A., por meio da aquisição de debêntures da companhia e de cotas do FIP Sondas, controlador da empresa.
A Sete Brasil, que venceu contratos bilionários da Petrobras, tem como atribuição construir, operar, adquirir, alienar, alugar ou fretar sondas de perfuração de exploração e produção de petróleo e gás.
"O aporte feito pelo Fundo na Sete Brasil nos dá ainda mais capacidade financeira para fazer frente aos investimentos necessários ao gigantesco desafio da exploração do pré-sal brasileiro", afirmou em nota o presidente da Sete Brasil, João Ferraz.
Mais cedo, a assessoria da empresa afirmou que o investimento da Caixa Econômica Federal por meio do FGTS seria de 650 milhões de reais. A Petrobras já contratou a construção de 28 sondas com capacidade para atuar em águas ultraprofundas com conteúdo local mínimo, que varia de 55 por cento a 65 por cento, segundo a Sete Brasil.
O FIP Sondas, controlador da Sete Brasil, possui dentre seus cotistas bancos comerciais e de investimento, fundos de pensão e investidores institucionais, dentre os quais BTG Pactual, Bradesco, Santander, Funcef, Petros, Previ, Valia, EIG Global Energy Partners, Luce Drilling e Lakeshore Partners.
Todas as unidades contratadas junto à Sete Brasil serão construídas no Brasil com o objetivo de desenvolver a indústria naval e toda a cadeia de fornecedores. Ferraz observou ainda que a celebração do acordo prova a solidez da companhia e do projeto de construção de sondas no país, que agora amplia o patrimônio do projeto para mais de 11 bilhões de reais.
Os investimentos projetados para viabilizar o projeto somam 25 bilhões de dólares a serem investidos ao longo dos próximos anos em diversos Estados brasileiros, com geração de cerca de 160 mil novos empregos (diretos e indiretos) com qualificação da mão-de-obra, disse a empresa.
De acordo com o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, participar do projeto significa ser sócio de uma companhia que já nasce entre as maiores do mundo, consolidando o Brasil não somente como um importante produtor de petróleo, mas também como um dos mais importantes participantes da crescente indústria naval.
Fonte: NN - A Mídia do Petróleo

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Fux diz que discussão dos vetos depende de espaço na pauta do STF

Ano passado, ministro suspendeu o processo legislativo de apreciação dos vetos
 Mauro de Souza

Ano passado, ministro suspendeu o processo legislativo de apreciação dos vetos

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta quinta-feira (20/02) que a apreciação da questão dos vetos presidenciais pelo plenário da Corte só depende de espaço na pauta, e não descartou  votação já na semana que vem. Perguntado se deve liberar o assunto para pauta ainda nesta semana, o ministro disse que primeiro precisa checar se há espaço.
No ano passado, o ministro Luiz Fux suspendeu o processo legislativo de apreciação dos vetos à nova lei que trata dos royalties do petróleo e considerou que eles só poderiam ser votados pelo Congresso na ordem cronológica de uma fila que tem mais de 3 mil vetos pendentes.
“Se tiver espaço, [o presidente Joaquim Barbosa] vai colocar na pauta quinta ou sexta, e vai publicar. Não vai ter segredo nenhum”, informou, ao deixar sessão do STF nesta tarde. Caso Fux libere o processo ainda nesta semana, ele pode ser pautado para a semana que vem. A pauta do STF tem que ser publicada 48 horas antes das sessões, mas o prazo pode ser encurtado em casos de urgência. O STF faz sessões plenárias nas quartas e quintas-feiras.
Fux evitou responder se considera a questão dos vetos urgente, alegando que já fez sua parte ao decidir a liminar no final do ano passado. “Eu decidi logo a liminar, que foi em caráter de urgência, porque o veto ia ser votado [pelo Congresso] de maneira ilegal. Agora vamos ver se o colegiado entende que é urgente a ponto de disponibilizar a pauta”.
Fux disse que a reunião de ontem com os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), correu dentro do previsto. O encontro não pode ser acompanhado por jornalistas, e os políticos entraram e saíram do Supremo sem dar declarações.
“Foi só isso, vieram trazer preocupações, que o Orçamento não está sendo votado, nem outras matérias. Eu disse que verificaria disponibilidade da pauta para procurar atender com sensibilidade a essa preocupação do Congresso”, explicou.
O ministro também garantiu que não se considera pressionado pelo fato de o Legislativo ter condicionado a votação do Orçamento à apreciação dos vetos pelo STF. “Eu entendo que [os presidentes] estão transmitindo preocupação que é deles. Deve ter movimento lá pressionando as duas Casas para resolver a questão primeiro. Só vamos entender por que estão pressionando quando decidirmos [os vetos no STF]”.  
Estava programada para esta tarde reunião dos ministros Marco Aurélio e Celso Mello com parlamentares da oposição governista. Eles iriam rebater os argumentos da União, negando possibilidade de colapso financeiro e institucional se o Congresso apreciar os 3 mil vetos em ordem cronológica. Os políticos acabaram indo embora sem falar com os ministros, porque a sessão desta tarde se estendeu além do esperado.
Fonte: Ururau

Justiça Federal rejeita ação criminal contra Chevron e Transocean



A Justiça Federal rejeitou a denúncia criminal do Ministério Publico Federal contra a Transocean e a Chevron, que as responsabilizava pelo vazamento de 2,1 mil barris de óleo no campo de Frade, na Bacia de Campos, em 2011.
A sentença do caso foi dada pelo juiz Marcelo Luzio Marques de Araújo, da 10a Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. A decisão foi encaminhada nesta terça-feira (19) ao MPF, que tem cinco dias para recorrer da sentença. A decisão será publicada em até 10 dias no Diário Oficial eletrônico.
O juiz teria considerado o pedido mal formulado, além de alegar que a denúncia criminal não comprovou a ocorrência real de dano ao meio ambiental.
A decisão também isenta de responsabilidade criminal os executivos envolvidos no processo. O julgamento da ação civil do incidente, envolvendo a Transocean e a Chevron, continua em julgamento no Tribunal Regional Federal. 
Fonte: NN - A Mídia do Petróleo

Japão planeja construir 'superplataforma flutuante' no litoral brasileiro



O governo do Japão e um consórcio de empresas japonesas planejam construir uma grande estrutura flutuante no litoral do Brasil para abrigar cerca de 200 trabalhadores de plataformas de petróleo e de gás próximas, confirmou nesta quarta-feira (20) à Agência Efe o Ministério de Transporte e Construção japonês.
O Executivo e o grupo de empresas, que inclui armadores e fabricantes de maquinaria pesada, proporão o projeto a uma companhia estatal brasileira com a intenção de conseguir fechar um contrato para final de 2014 e começar a levantar a estrutura a partir de 2016. Segundo informou à Agência Efe um porta-voz do departamento japonês de Construção, a plataforma ficaria a cerca de 200 quilômetros do litoral, ao sul do país. O investimento total seria de cerca de 10 trilhões de ienes (cerca de R$ 209 bilhões) e o governo concederia cerca de 1,45 bilhões de ienes (R$ 30,37 milhões) em subsídios ao longo de três anos às empresas participantes.
O consórcio, batizado J-DeEP, foi consolidado na segunda-feira (18) passada e é composto por empresas como Mitsubishi Heavy Industries, Kawasaki Heavy Industries, Mitsui Engineering & Shipbuilding, IHI e a barqueira NYK Line, segundo detalhou hoje o jornal "Yomiuri". Os empresários japoneses começaram a investigar em 1995 o desenvolvimento das chamadas "superplataformas flutuantes", setor que pode significar uma alternativa de negócio perante a queda global na demanda para a fabricação de embarcações.
Projeto pioneiro
Entre as "superplataformas flutuantes" que foram construídas no Japão, destacam-se a estação de armazenamento de petróleo de Shirashima, no norte da ilha de Kyushu, e a situada em frente à costa da cidade de Shizuoka para praticar a pesca de profundidade.
Esta última armazenou, temporariamente, a água radioativa utilizada para esfriar os reatores da usina nuclear de Fuskushima. Se o projeto for adiante, a do Brasil seria a primeira "superplataforma" habitável. A estrutura, de cerca de 315 por 80 metros, ficaria ancorada e flutuaria entre a costa e várias plataformas petrolíferas.
A ideia é que funcione como um centro logístico que potencialize a eficiência de várias explorações de petróleo simultâneas, que devem começar a operar em breve no litoral do Brasil para extrair recursos de jazidas descobertas nos últimos anos. A "superplataforma" teria instalações de geração elétrica, escritórios e alojamento para 200 pessoas - a maioria, trabalhadores das plataformas que seriam levados ao local de helicóptero.
Fonte: NN - A Mídia do Petróleo

Petrobras comunica nova descoberta no pré-sal de Santos


A Petrobras informa que o sexto poço perfurado após a assinatura do contrato de Cessão Onerosa descobriu petróleo na área denominada Florim, no pré-sal da Bacia de Santos.

Batizado informalmente como Florim, o poço 1-BRSA-1116-RJS (1-RJS-704) localiza-se em profundidade d´água de 2.009 metros, a uma distância de 206 km da costa do estado do Rio de Janeiro e comprovou a existência de petróleo de boa qualidade (29º API), em reservatórios carbonáticos de excelente qualidade situados logo abaixo da camada de sal. O poço ainda está sendo perfurado, tendo chegado, até agora, à profundidade de 5.498 metros. A perfuração prosseguirá até o nível previsto no contrato de Cessão Onerosa, que é de aproximadamente 6.100 metros.

Concluída a perfuração, será feito um teste de formação para avaliar a produtividade dos reservatórios, de acordo com as atividades e investimentos previstos no Programa Exploratório Obrigatório (PEO) do Contrato de Cessão Onerosa.

Pelo contrato, a fase exploratória deverá terminar até setembro de 2014, quando poderá ser declarada a comercialidade da área.


Fonte: Redação

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Tecnologia usada pela Marinha britânica chega ao Brasil


Um equipamento utilizado para reduzir os resíduos sólidos gerados pelas plataformas finalmente chega ao mercado brasileiro. Apesar de nova por aqui, a tecnologia já vem sendo utilizada pela Marinha britânica para diminuir os impactos ambientais provocados pela exploração de óleo e gás.
O equipamento funciona por meio de pirólise - um processo em que os resíduos são aquecidos a cerca de 900°C sem a presença de oxigênio -, o que não gera combustão e, consequentemente, não emite gases poluentes. O que resta dos resíduos - como panos, roupas com óleo e lixo - são apenas cinzas, ocupando um volume mínimo.
Em artigo publicado no NNpetro, a bióloga Rachel Ann Hauser Davis classifica os resíduos produzidos pelas plataformas como “perigosos”. De acordo com o Ibama, apenas em 2009 foram gerados 44.37 toneladas destes resíduos a partir de atividades de pesquisa sísmica marítima, perfuração de poços, produção e escoamento de petróleo e gás natural em águas brasileiras, e, deste total, 24.11 toneladas (54,3%) eram substâncias sólidas perigosas, produzidas principalmente nas plataformas e instalações do pré-sal no Sudeste brasileiro.
Com o objetivo de desenvolver, com conteúdo local, e entregar equipamentos especiais para o setor de O&G brasileiro, a Tridimensional Engenharia, especializada em EPC com tecnologia, assinou uma parceria tecnológica com a britânica DPS. Segundo o presidente da Tridimensional, Antonio Müller, a tecnologia pode ser uma alternativa interessante para auxiliar o Programa de Aumento da Eficiência Operacional da Bacia de Campos (PROEF), lançado pela Petrobrás em julho de 2012.
De acordo com a empresa, este equipamento reduziria os gatos com barcos de apoio offshore.  A expectativa de Muller é que a parceria gere cerca de R$ 20 milhões em vendas no Brasil em 2013.
Fonte: NN - A Mídia do Petróleo

Queiroz Galvão Óleo e Gás contrata projetista naval e engenheiro mecânico


A Queiroz Galvão Óleo e Gás (QGOG) é uma das maiores companhias de serviços de perfuração e produção do Brasil. Com mais de 30 anos de operações contínuas, a QGOG construiu uma reputação baseada pela excelência em serviços de perfuração onshore, offshore e também operação de FPSO.
Atualmente, a empresa está à procura de um projetista naval e um engenheiro mecânico para atuar em Rio das Ostras, cidade localizada na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro.
Os candidatos a projetista naval devem ter formação técnica em qualquer área e experiência prévia na função. Interessados na vaga de projetista naval deverão se cadastrar aqui.
Agora, se você é engenheiro mecânico, tem nível Superior completo, possui certificado NR-13 e mora nas proximidades do Estado do Rio de Janeiro, pode se candidatar aqui para a vaga aberta.
O horário de trabalho para ambas as vagas é de 8h às 17h30.
Fonte: NN - A Mídia do Petróleo

Venezuela oferece óleo cru para pagar dívida com a Petrobras



A estatal venezuelana PDVSA propôs à Petrobras entregar óleo cru, em vez de dinheiro, como pagamento por sua participação na refinaria Abreu e Lima (PE). A Petrobras aguarda há sete anos uma definição da PDVSA sobre sua entrada na sociedade. Para não prejudicar as obras - que sofreram atraso de quatro anos e só devem terminar no final de 2014 -, a estatal brasileira tocou sozinha o projeto até agora.
Inicialmente orçada em US$ 2,3 bilhões, a refinaria vai custar, ao menos, US$ 17,1 bilhões. Mais da metade desse valor já foi injetado pela Petrobras na refinaria.
A ideia da PDVSA, que deveria ficar com 40% da unidade, é fornecer ao Brasil 70 mil barris/dia em troca do valor que teria de aportar no empreendimento.  A proposta sofre rejeição dentro da Petrobras, que prefere receber em dinheiro. A decisão final, porém, também passará pelo Planalto, que acompanha as negociações.
Fechada pelos governos de Hugo Chávez e do ex-presidente Lula, a sociedade com a PDVSA nunca agradou a Petrobras. Dentre os motivos do estouro do orçamento da refinaria estão a entrada da venezuelana no projeto e a posterior indefinição sobre a sua participação.
Mudanças do projeto
A Petrobras teve que planejar "duas refinarias" em paralelo para um mesmo empreendimento, pois era incompatível processar, em uma mesma planta industrial, o óleo venezuelano ultrapesado e o brasileiro, mais leve. Com a demora da PDVSA em acertar a sociedade, a Petrobras decidiu alterar o projeto e prever apenas o refino do óleo brasileiro.
As sucessivas mudanças de projeto se somaram a cancelamentos de licitações, greves de trabalhadores, dificuldade em recrutar mão de obra e inadequação do terreno escolhido. Tudo isso provocou o aumento do custo final da refinaria. A estatal alega ainda que a variação cambial encareceu o empreendimento.
Um dos motivos da indefinição da participação da estatal da Venezuela é que a empresa não apresentou garantias suficientes ao BNDES, que financia o projeto.
Apesar de um acordo final com a PDVSA não estar selado ainda, a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, vê avanços na negociação. Durante a divulgação do balanço no começo do mês, a executiva disse que as discussões "evoluíram muito" recentemente.
"Temos todo o interesse em ter a PDVSA como sócia para que ela compartilhe o custo [do investimento] e o bônus do resultado."
Fonte: NN - A Mídia do Petróleo

Progredir ultrapassa a marca de mil operações


O Programa Progredir, que viabiliza a oferta de crédito com maior agilidade e a custo reduzido para fornecedores e subfornecedores da Petrobras e de suas subsidiárias, ultrapassou a marca de mil operações. Desde junho de 2011, os dez bancos que integram a iniciativa emprestaram R$ 5,2 bilhões a 450 empresas, localizadas em 21 estados do país. O valor médio dos financiamentos é de R$ 5 milhões. 

Em 2012, houve crescimento significativo no número de operações de financiamento realizadas por meio do portal do programa, que conta com uma elevada taxa de sucesso na obtenção de recursos. Das empresas que buscaram financiamento pelo Progredir, 85% obtiveram êxito.

O programa permite que empresas integrantes da cadeia de suprimentos da Petrobras e subsidiárias obtenham empréstimos junto aos bancos parceiros (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, HSBC, Santander, BicBanco, Banrisul, Citibank e Safra), tendo como garantia os contratos de fornecimento de bens e serviços assinados com a Petrobras.

Como as solicitações de financiamento são enviadas por meio do Portal Progredir simultaneamente aos dez bancos participantes, há aumento da competitividade entre os bancos. Esse fator, somado à maior transparência das informações e à segurança, tem como consequência redução do custo financeiro para o fornecedor. A redução do custo dos empréstimos varia de 20% a 50%.

O programa está baseado na concessão de crédito lastreado nos recebíveis dos contratos de bens e serviços firmados entre os participantes da cadeia de suprimentos e a Petrobras ou subsidiárias. Assim, qualquer fornecedor ou subfornecedor da companhia está apto a integrar o Progredir e poderá antecipar uma parcela dos seus recebíveis por meio dos bancos parceiros do programa.


Fonte: Agência Petrobras

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Vazamento paralisa operação na Bacia de Campos



A Petrobras suspendeu as atividades da plataforma de Pampo (PPM-1), na Bacia de Campos, devido a um vazamento na área de operação. O acidente de ‘pequenas proporções’ teria começado no último domingo (17). De acordo com a gerência de Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Petrobrás o vazamento foi rapidamente detido.
O Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro NF) emitiu uma nota sobre o caso e afirmou que a plataforma interrompeu a produção apenas para verificar a situação do vazamento. Ainda segundo a nota, o derramamento foi inicialmente de cerca de 30 litros e teria sido estancado pela empresa. Entretanto, como uma nova mancha foi encontrada, foi determinada a parada de produção para verificar as causas e a abrangência do problema.
Apesar da baixa ameaça do acontecimento, a informação foi dada aos órgãos de proteção ambiental.
Fonte: NN - A Mídia do Petróleo

LLX assina contrato com Asco Group para atuar no Porto do Açu



A LLX, empresa de logística de Eike Batista, informou, nesta segunda-feira (18), que assinou contrato com o Asco Group para a realização de serviços de logística para o setor de óleo e gás. De acordo com a companhia, os terminais do Porto do Açu passam a oferecer soluções completas e integradas de logística. A contratação da Asco faz parte do objetivo da LLX de tornar o empreendimento, no norte do Rio de Janeiro, o maior centro do setor no Brasil com padrão internacional.
“Esta associação é uma grande oportunidade para a Asco. Acredito que o Superporto do Açu se tornará, nos próximos anos, o mais importante hub brasileiro para a indústria de óleo e gás. Participar do processo de desenvolvimento do Superporto do Açu é um dos mais excitantes projetos de que já participamos, além de ser uma grande oportunidade para o desenvolvimento da nossa plataforma global de negócios”, disse o diretor de Operações da Asco, Derek Smith, em nota.
A Asco presta serviços do tipo na Austrália, no Canadá, no Mar Cáspio, no Oriente Médio, no Reino Unido, nos Estados Unidos e em outros países. No último ano, a empresa faturou mais de US$ 1 bilhão.
Na quinta-feira passada (14), a empresa de Eike perdeu o contrato com a noruguesa Subsea 7 para arrendamento de uma área no terminal TX2, no Porto de Açu. A Subsea 7 pretendia instalar uma fábrica no Açu, onde seriam construídos dutos rígidos submarinos de grande extensão. O contrato renderia acordo renderia R$ 21 milhões anuais à LLX. O início das atividades estava previsto para 2014.
Fonte: NN - A Mídia do Petróleo

Multinacional contrata operador de produção


A Swift Worldwide Resources é uma multinacional com mais de 30 anos no mercado de óleo e gás.  A companhia opera em mais de 35 países e oferece soluções globais para o setor.
Até a próxima quarta-feira (20), a empresa recruta operadores de produção para trabalhar offshore, na Bacia de Campos, em uma escala de 14 x 14.
Os candidatos deverão ter experiência prévia no cargo, inglês intermediário e CBSP e HUET válidos.
Interessados em se candidatar podem enviar currículo paramgrego@swiftwwr.com ou se cadastrar aqui.
Fonte: NN - A Mídia do Petróleo
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