segunda-feira, 20 de maio de 2013

Petrobras é cautelosa e adota nova estratégia na 11ª Rodada


Realizou-se esta semana a 11ª Rodada de Licitações de áreas exploratórias de petróleo e gás da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O primeiro leilão a ter lugar em cinco anos, desde a descoberta das reservas do pré-sal na Bacia de Santos, gerou tremenda expectativa e atraiu tanto os oil majors quanto empresas novatas no setor, nacionais e estrangeiras.
Empresas consagradas como a BP, ExxonMobil e Total voltaram a participar das licitações após período de ausência, enquanto gigantes asiáticas como as japonesas Mitsui, Mitsubishi, Sumitomo e JX Nippon Oil & Gas também se habilitaram. As asiáticas, no entanto, não apresentaram propostas, enquanto a chinesa CNOOC desistiu de participar da licitação mesmo estando habilitada.
Em todos os sentidos, o leilão pode ser considerado um sucesso. Dos 289 blocos oferecidos, 142 foram arrematados. Quanto ao valor total dispendido pelas empresas em bônus de assinatura chegou-se ao recorde de  R$ 2,823 bilhões. A rodada contou, ainda, com o maior lance da historia dos leilões: R$ 345,9 milhões por um bloco na Bacia da Foz do Amazonas, arrematado pelo consórcio formado pela Total (40%), Petrobras (30%) e BP (30%) (o recorde anterior havia sido de R$ 344 milhões, obtido na 9ª Rodada).

Fonte: NN - A Mídia do Petróleo

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