A petrolífera brasileira não conseguiu vender os US$ 14 bilhões em ativos no ano passado para reforçar o caixa. A Petrobras prevê para este ano investimento de R$ 97,7 bilhões e pelas projeções da presidente da estatal, Maria da Graça Foster, o ano vai ser “ainda mais difícil” que o ano passado.
Para enfrentar 2013, a companhia decidiu abrir um data-room, sala virtual onde abre informações sobre seus ativos (reservas, produção esperada, qualidade do óleo, custos e outras), para colocar à venda campos ou participações em áreas de produção principalmente de blocos offshore no Brasil e Golfo do México até o final de abril.
A refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), é um dos ativos, do plano de desinvestimento da companhia, que ficou para ser vendido este ano. A companhia visa reduzir a presença no exterior para angariar recursos a serem aplicados no pré-sal brasileiro. Segundo Graça, a Petrobras não vai vender a refinaria a qualquer preço e trabalha para valorizar o ativo. Foster disse que o bom momento do xisto no Estados Unidos resultou em melhores margens em Pasadena.
O Tribunal de Contas da União (TCU) investiga a possível compra sobrevalorizada da refinaria de Pasadena. Ao todo, a Petrobras pagou US$ 1,18 bilhão, em duas etapas, para comprar a refinaria que, há sete anos antes, custara US$ 42,5 milhões à sua agora ex-sócia - quase 28 vezes menos. A refinaria texana, com capacidade para 100 mil barris/dia.
Fonte: NN - A Mídia do Petróleo
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