De acordo com a certificação americana LEED (Liderança em Designer de Energia e Meio Ambiente, traduzido para o português), o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking entre os países que mais possuem edifícios verdes em todo o mundo. Dentro do atual projeto de sustentabilidade constam 504 registros de empreendimentos, que visam atender as exigências para conseguir a certificação, na Green Building - organização que visa estimular a construção sustentável.
Em 2006, foi registrado somente um edifício verde. Dados informados pela CTE (Centro de Tecnologia de Edificações), a perspectiva é que em 2012, sejam entregues cerca de 700 empreendimentos sustentáveis. O mercado imobiliário brasileiro - centrado na sustentabilidade – fica atrás somente dos EUA, Emirados Árabes e China. “O Brasil já tem posição importante nesse cenário”, afirmou Roberto Souza, diretor-presidente do CTE.
Os valores dos imóveis sustentáveis custam aproximadamente 6% maior, variando de acordo com as características de cada projeto ambiental. Entretanto, o investimento gera uma economia de 40%, além da super valorização do empreendimento. As normas de avaliação da certificação americana consistem em eficiência energética, redução do consumo de água, utilização de materiais recicláveis, qualidade do ambiente interno, localização e inovação tecnológica.
Com a apuração de cada item das normas estabelecidas em benefício do meio ambiente, o imóvel sustentável recebe o aval da certificação que varia entre básica, prata, ouro e platina. As vantagens em prol do meio ambiente são relevantes. Para atingir uma certificação elevada, o edifício precisa ter uma redução de no mínimo 10,5% em energia. As vantagens para o meio ambiente podem diminuir em até 35%, as emissões de carbono, 50%, o consumo de água, 90% - descarte de água - e 30% no consumo de energia.
Fonte: NN - A Mídia do Petróleo
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