quarta-feira, 17 de abril de 2013

Obras atrasadas do Grupo EBX geram frustração nos investidores



Os atrasos nas operações do Superporto do Açu e do Porto do Sudeste, localizados no Rio de Janeiro e Minas Gerais respectivamente, têm proporcionado questionamentos de investidores ao Grupo EBX, uma vez que ambos os projetos não cumpriram o planejamento inicial de conclusão das obras.
"Quem frustra as expectativas consistentemente não está azarado. O problema está na gestão", afirmou Ricardo Correa, analista-chefe da Ativa Corretora. Segundo o executivo, o comando do Grupo X adotou uma estratégia perigosa ao entusiasmar o mercado com promessas, tendo tantos projetos a serem concluídos.
De acordo com o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, o problema de gestão instalado na EBX tem a petroleira OGX como protagonista. “A OGX informou números muito abaixo do esperado. A companhia se endividou demais para produzir pouco petróleo”, declarou o executivo a Agência Estado.
O Porto do Açu deveria ter iniciado as operações até o final do ano passado, entretanto, a LLX comunicou recentemente que “dispõe de recursos financeiros suficientes para a conclusão do seu plano de investimentos, que se encontra dentro do cronograma previsto para a entrada em operação em 2013”. A empresa de logística do empresário Eike Batista comunicou que as obras seguem em ritmo acelerado e que os primeiros clientes do distrito industrial irão começar a operar.
Caso parecido vive o Porto do Sudeste, projetado para escoar a produção de minério de ferro da MMX e de outras companhias do setor. Em nota, a empresa de minério da holding EBX justificou-se declarando a necessidade de revisar o início das operações “em função de atrasos no fornecimento de alguns equipamentos do projeto”.

Fonte: NN - A Mídia do Petróleo

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