A Petrobras informou que deu início à produção comercial do campo de Sapinhoá, na bacia de Santos, no dia 5 de janeiro, uma semana antes da data original conforme estipulado no Plano de Negócios e Gestão da Petrobras 20121-2016. O primeiro poço interligado ao navio-plataforma (FPSO) Cidade de São Paulo tem potencial de produção superior a 25 mil barris de petróleo por dia.
Todavia, ficará restrita a cerca de 15 mil barris por dia, até que sejam concluídas as ações de comissionamento dos sistemas para processos de reinjeção do gás natural, com duração prevista de 90 dias. O óleo produzido tem 30° graus de API e será escoado por navios aliviadores.
O escoamento da parcela do gás não utilizado para reinjeção no campo será feito pelo gasoduto Sapinhoá-Lula-Mexilhão até a Unidade de Tratamento de Gás Monteiro Lobato (UTGCA), localizada em Caraguatatuba, no litoral paulista.
Em nota, a estatal informou que outros 10 poços serão interligados à plataforma ao longo dos meses. A previsão é o pico de produção, de 120 mil barris de petróleo por dia, seja atingido no primeiro semestre de 2014.
Outro navio-plataforma
O Plano de Desenvolvimento do campo de Sapinhoá ainda prevê o FPSO Cidade de Ilhabela, cujo casco está em fase de conversão, e terá capacidade para 150 mil barris por dia de petróleo e 6 milhões de m³/dia. A previsão é que a embarcação entre em operação no segundo semestre de 2014
A Petrobras é a operadora do bloco onde está localizado o campo de Sapinhoá, com 45% de participação, em parceria com a BG, que detém 30%, e a Repsol Sinopec, dona dos 25% restantes.
Fonte: NN - A Mídia do Petróleo
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