A Repsol situou-se como líder mundial do setor Oil&Gas na edição 2011 dos prestigiosos Dow Jones Sustaibility Indexes, ao alcançar a máxima pontuação entre as 12 petrolíferas que foram incluídas no índice global (DJSI World), dentre as 118 companhias petrolíferas avaliadas do mundo inteiro. A empresa também lidera o setor Oil&Gas no índice europeu (DJSI Europe) que inclui 3 empresas europeias. A empresa foi qualificada com a máxima pontuação possível do índice DJSI World nos critérios de transparência, gestão de riscos e crises, sistema de gestão ambiental, biodiversidade, estratégia frente às mudanças climáticas, refinação e combustíveis limpos, desenvolvimento de capital humano, impacto social na comunidade e envolvimento com as partes interessadas.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Repsol é a petrolífera mais transparente e sustentável do mundo
A Repsol situou-se como líder mundial do setor Oil&Gas na edição 2011 dos prestigiosos Dow Jones Sustaibility Indexes, ao alcançar a máxima pontuação entre as 12 petrolíferas que foram incluídas no índice global (DJSI World), dentre as 118 companhias petrolíferas avaliadas do mundo inteiro. A empresa também lidera o setor Oil&Gas no índice europeu (DJSI Europe) que inclui 3 empresas europeias. A empresa foi qualificada com a máxima pontuação possível do índice DJSI World nos critérios de transparência, gestão de riscos e crises, sistema de gestão ambiental, biodiversidade, estratégia frente às mudanças climáticas, refinação e combustíveis limpos, desenvolvimento de capital humano, impacto social na comunidade e envolvimento com as partes interessadas.
Petrobras integra pela 6ª vez o Índice Dow Jones de Sustentabilidade
Pelo sexto ano consecutivo, a Petrobras integra o Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI), o mais importante índice mundial de sustentabilidade, que avalia o desempenho econômico, social e ambiental de mais de 300 empresas. O anúncio dos resultados da edição 2011 foi feito neo dia 08 de setembro (quinta-feira), Com a renovação, a Companhia se consolida como uma das empresas com melhores práticas de gestão no mundo.
Boia desconectável do sistema de ancoragem do FPSO OSX-1 está caminho do Brasil
A boia desconectável que compõe o sistema de ancoragem do FPSO OSX-1 (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de óleo e gás) da OSX, empresa do Grupo EBX, já saiu de Batam, na Indonésia, e chegará ao Rio de Janeiro em setembro. Ela será utilizada na produção do primeiro óleo da OGX em Waimea, na Bacia de Campos. Trata-se de um equipamento de grande porte, com cerca de 17 metros de altura, equivalente a um prédio de seis andares; 14 metros de diâmetro e mais de 700 toneladas.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
OGX recebe Licença Prévia para Teste de Longa Duração e Waimea na Bacia de Campos
A OGX, empresa brasileira de óleo e gás natural responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil, recebeu do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) Licença Prévia (LP) relativa à atividade do Teste de Longa Duração (TLD) e Desenvolvimento da Produção de Waimea, no bloco BM-C-41, na bacia de Campos. A OGX detém 100% de participação nesse bloco.
Mantega: distribuição de royalties do petróleo tem que se pautar na responsabilidade fiscal
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (8) que o governo está elaborando, junto com o Congresso Nacional, um novo programa para a distribuição de royalties oriundos da exploração de petróleo. Segundo ele, o objetivo é construir uma proposta de distribuição dos lucros obtidos, tanto de reservas novas de petróleo quanto daquelas já em exploração, que seja compatível com os interesses dos estados produtores e dos não produtores.
O ministro fez as declarações na capital paulista, após se reunir com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Mantega disse que na próxima semana discutirá o assunto com senadores em Brasília.
O ministro fez as declarações na capital paulista, após se reunir com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Mantega disse que na próxima semana discutirá o assunto com senadores em Brasília.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Tudo sobre Royalties
1. Royalties
1.1 - O que são?
1.1 - O que são?
Royalties constituem em uma taxa que as empresas de exploração e produção de petróleo ou gás natural devem pagar ao Estado por estarem em território brasileiro. Os royalties são pagos mensalmente, de acordo com cada região de exploração, a partir do mês em que ocorrer a respectiva data do início da produção.
1.2 - Como funciona?
Entrevista David Lesar, CEO da Halliburton: “Minha meta é atingir 100% de conteúdo local
Bom dia leitores do portal, hoje divulgo aqui uma excelente entrevista do presidente da Halliburton falando sobre o mercado brasileiro, veja abaixo a entrevista completa.
O potencial do mercado brasileiro faz com que o presidente e CEO da Halliburton, David Lesar, considere o país como um caso à parte na indústria offshore. Em rápida passagem pelo Brasil, o executivo da gigante mundial de serviços, que opera em 80 países e tem mais de 63 mil funcionários, diz que os negócios da companhia são guiados hoje pelas oportunidades nas áreas de shale gas nos EUA e de águas profundas no Brasil. Lesar garante que a crise financeira americana não vai afetar os negócios no Brasil. “Se o preço do petróleo cair, isso sim impactaria não apenas os EUA, como os planos da Petrobras.”
Qual é a relevância do Brasil no mercado da Halliburton?
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Campo de Lula produzirá gás pela 1ª vez essa semana
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011
‘Macaé pode perder 35% da receita’, afirma prefeito
RIO DAS OSTRAS - O prefeito de Macaé e presidente da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro), Riverton Mussi (PMDB), afirmou nesta quinta-feira (1º), durante reunião da entidade em Rio das Ostras, que Macaé pode perder 35% da arrecadação caso o veto presidencial à emenda Ibsen/Simon seja derrubado pelo Congresso e a proposta seja colocada em prática.
A perda só não chega aos 40% - porcentagem referente aos royalties dentro do bolo orçamentário de Macaé – porque a emenda alivia os municípios que têm instalações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural, o caso de Macaé.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
ANP defende transição de dez anos para divisão dos royalties do petróleo
Rio de Janeiro – O presidente da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, defendeu no dia 29 de agosto (segunda-feira), a proposta de transição de dez anos para a nova divisão dos royalties do petróleo entre todos os estados brasileiros. Ele recebeu uma comissão de deputados federais fluminenses e explicou que o objetivo é dar tempo para que todos se adaptem às novas realidades orçamentárias.
Lima disse que retirar os recursos de forma súbita dos estados e municípios produtores, como deseja boa parte dos deputados e senadores, poderia causar prejuízos e desequilíbrios ao Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, onde estão concentrados os maiores campos petrolíferos do país.
Empregabilidade será tema da Vitória Oil & Gas
O Vitória Oil & Gas abrirá espaço para a discussão da empregabilidade no Espírito Santo. Segundo levantamento do Instituto Jones dos Santos Neves, estão previstos investimentos no estado da ordem de R$ 98,8 bilhões, assim como a criação de cerca de 50 mil novos postos até 2015.
Foi pensando neste cenário, alavancado pela produção de cerca de 350 mil barris de petróleo por dia no Espírito Santo, que o Secretário de Estado de Desenvolvimento, Márcio Félix, sugeriu a realização de uma mesa redonda sobre empregabilidade, durante a Vitória Oil&Gas, feira e conferência destinada ao setor, que acontece no período de 24 a 26 de outubro de 2011.
Foi pensando neste cenário, alavancado pela produção de cerca de 350 mil barris de petróleo por dia no Espírito Santo, que o Secretário de Estado de Desenvolvimento, Márcio Félix, sugeriu a realização de uma mesa redonda sobre empregabilidade, durante a Vitória Oil&Gas, feira e conferência destinada ao setor, que acontece no período de 24 a 26 de outubro de 2011.
Contagem Regressiva para a OTC Brasil
A pouco menos de dois meses da Offshore Technology Conference Brasil (OTC Brasil), as empresas continuam a disputar espaço na primeira edição do evento fora dos Estados Unidos. Vinte novos expositores, dentre eles Mobil, Vallman Industria e DSR, confirmaram participação na feira que se realizará entre os dias 4 e 6 de outubro, no Rio de Janeiro.
Isso foi possível devido ao fato da organização do evento ter expandido a área de exposição, visando garantir a participação do enorme número de empresas interessadas em participar do evento. A iniciativa ampliou a área de exposição em aproximadamente 3.500 m2 em relação ao espaço inicial, somando mais de 14.450 m2. Atualmente, 410 empresas, representando 23 países, garantiram espaço na OTC Brasil, entre expositores tradicionais do evento e novas empresas participantes. Estão confirmados pavilhões do Canadá, Finlândia, Noruega e Estados Unidos e mais de 80 empresas brasileiras expositoras.
O Petróleo no Brasil – O início
Quando falamos sobre o petróleo, existe uma impressão equivocada de que essa substância surgiu na história somente com o advento da Revolução Industrial. Contudo, desde a Antiguidade, temos relatos que nos contam sobre a existência desse material em algumas civilizações. Os egípcios utilizavam esse material para embalsamar os seus mortos, já entre os povos pré-colombianos esse mesmo produto era pioneiramente empregado na pavimentação de estradas.
No Brasil, a existência do petróleo já era computada durante os tempos do regime imperial. Nessa época, o Marquês de Olinda cedeu o direito a José Barros de Pimentel de realizar a extração de betume nas margens do rio Marau, na Bahia. Até as primeiras décadas do século XX, alguns estudiosos e exploradores anônimos tentaram perfurar alguns poços de petróleo sem obter êxito. Contudo, em 1930, o engenheiro agrônomo Manoel Inácio de Basto mudou essa situação.
OGX conclui teste de formação no poço OGX-47 na Bacia de Santos
A OGX, empresa brasileira de óleo e gás natural do Grupo EBX responsável pela maior campanha exploratória privada do Brasil, anunciou a conclusão de um teste de formação realizado na seção santoniana do poço 1-OGX-47-RJS, no bloco BM-S-59, em águas rasas da Bacia de Santos. A OGX detém 100% de participação neste bloco.
“Com uma campanha exploratória bem-sucedida em andamento na Bacia de Santos, iniciamos a fase de testes de formação. Esse é o primeiro de uma série de testes, com obtenção de importantes dados de produtividade de reservatórios areníticos e representa a evolução da companhia para aprimorar o entendimento sobre a bacia e iniciar o desenvolvimento dessa área”, comentou Paulo Mendonça, Diretor Geral e de Exploração da OGX.
Unica: redução da mistura de etanol na gasolina não melhora oferta nem soluciona problemas
A redução da mistura de etanol anidro à gasolina de 25% para 20%, anunciada no último dia 29, em Brasília, pelo Ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, não altera a oferta de etanol no mercado doméstico na atual safra, na opinião da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica). Isso porque, segundo a entidade, o setor vinha programando importações de etanol para garantir o abastecimento doméstico e a situação já estava equacionada.
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